O Expresso do Inferno
Abriram uma enorme cratera nas matas virgens
O computador exterminou todos os seres mitológicos
Eu não sou Deus para cirandar com a vida
Mas tenho comigo muitos aparatos tecnológicos
O Expresso do Inferno chega pontualmente no mesmo horário
E leva consigo milhares de almas segregadas
Crianças disputam pela ultima cédula amassada
Enquanto engravatados fazem saques de obras superfaturadas
Beijo a testa reluzente de minha velha
Sou um fardo para ela e um lucro para um comerciante
Não tenho o dom de controlar a natureza
Mas vejo isto nos seus olhos a todo instante...
quarta-feira, 9 de janeiro de 2008
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Um comentário:
É a primeira vez q leio um poema teu, um colega nosso, q não revelarei qm é, disse q seu poema é estranho...cara pra mim ta ótimo, muito bacana mesmo, mas te alerto uma coisa, não fique postando teus poemas, tem gente q pode rouba-los... =) ... é isso!
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