quarta-feira, 9 de janeiro de 2008

E pra fechar o dia, mais um poemeco!!!!!

O Expresso do Inferno

Abriram uma enorme cratera nas matas virgens
O computador exterminou todos os seres mitológicos
Eu não sou Deus para cirandar com a vida
Mas tenho comigo muitos aparatos tecnológicos

O Expresso do Inferno chega pontualmente no mesmo horário
E leva consigo milhares de almas segregadas
Crianças disputam pela ultima cédula amassada
Enquanto engravatados fazem saques de obras superfaturadas

Beijo a testa reluzente de minha velha
Sou um fardo para ela e um lucro para um comerciante
Não tenho o dom de controlar a natureza
Mas vejo isto nos seus olhos a todo instante...

Um comentário:

Rafael Castro disse...

É a primeira vez q leio um poema teu, um colega nosso, q não revelarei qm é, disse q seu poema é estranho...cara pra mim ta ótimo, muito bacana mesmo, mas te alerto uma coisa, não fique postando teus poemas, tem gente q pode rouba-los... =) ... é isso!